Hoje fomos ao Parque Chico Mendes, um parquinho meia-bomba aqui perto de casa. Mas o forte calor que está na cidade nos expulsou de lá mais cedo do que prevíamos. Pra piorar, esta anta que vos escreve esqueceu a máquina fotográfica, então não houve registros imagéticos da empreitada. Enquanto as crianças brincavam, observei as pessoas que chegavam ao parque. Num dado momento, parecia que o local abrigava um congresso de enfermeiras de meia-idade ao ar livre, tamanha era a quantidade de babás.
Nada contra babás, sei que muita gente que trabalha precisa confiar seus filhos a elas. Mas, hoje, pensei: "porra, domingão, será que nem nesse dia os pais têm saco de dar um pouco de atenção aos seus filhos? Será que estes pais já viram uma fralda cheia de merda pela frente?". Não me refiro às fraldinhas cagadas de recém-nascido, não; falo de Merda, com 'M' maiúsculo mesmo, aquela com milho, ervilha e pontos mais escuros, que faz o recinto ter o mesmo perfume de um IML sem luz há dois dias.
Sei não, mas acho que esse tipo de criança, criada a uma distância prudente dos pais, daqui a dezoito anos, é séria candidata a dar porrada em empregada doméstica e puta em ponto de ônibus.
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