Não tem erro: dá uma chegada na Lagoa para ver a Árvore de Natal.
Você vai sair inspirado para zerar um pente de fuzil no McDonalds mais próximo
Não tem erro: dá uma chegada na Lagoa para ver a Árvore de Natal.
Você vai sair inspirado para zerar um pente de fuzil no McDonalds mais próximo
E que 2007 fique na lembrança somente como o ano em que meu filho João Pedro nasceu. O resto, qualquer um de vocês sinta-se à vontade para enrolar e enfiar na bunda.
Com todo respeito.
Chega a ser sacanagem o calor que tem feito nesta cidade ultimamente. Para minimizar os efeitos incômodos do clima sub-saariano, resolvi reativar a piscina que compramos no Wal-Mart Sorocaba e que estava inativa por um simples motivo: ou era ela, ou nós no apartamento antigo. Menção honrosa para os cunhados Horácio e Mônica, que realizaram uma empreitada digna de barracão de escola de samba para deixar essa piscina operacional.
Sempre fomos "abas natalinos", ou seja, todos os Natais nossos foram passados na casa de nossos pais. Por isso, o Natal de 2007 nos tem um gosto especial, uma vez que é o primeiro realizado em nossa casa. Tirando o calor obsceno que assola o Rio de Janeiro neste fim de ano, foi uma ceia ótima, cercado de pessoas queridas.
Antes que algum chato venha criticar a (falta de) centralização da imagem: esta foto foi tirada no esquema automático; calculei um espaço destinado a mim, mas esqueci-me de que atualmente sou pesado em arrobas, e não em quilos, e o espaço acabou sendo menor...
Muito trabalho e pouco tempo para atividades bloguísticas deixaram este espação sem atualização por alguns dias, fato que, garanto a vocês, não se repetirá.
Essa é para aqueles que ainda não se deram ao trabalho de vir aqui conhecer o João.
(Aliás, meu filho é, disparado, o pior desempenho de Ibope da família em anos. Da família, somente uma - eu disse uma - visita. Mas isso é papo pra outro dia)
De qualquer forma, se é que interessa a alguém, ele está com 1 mês e 20 dias.
Ela cuida de um recém-nascido.Hoje fomos ao Parque Chico Mendes, um parquinho meia-bomba aqui perto de casa. Mas o forte calor que está na cidade nos expulsou de lá mais cedo do que prevíamos. Pra piorar, esta anta que vos escreve esqueceu a máquina fotográfica, então não houve registros imagéticos da empreitada. Enquanto as crianças brincavam, observei as pessoas que chegavam ao parque. Num dado momento, parecia que o local abrigava um congresso de enfermeiras de meia-idade ao ar livre, tamanha era a quantidade de babás.
Nada contra babás, sei que muita gente que trabalha precisa confiar seus filhos a elas. Mas, hoje, pensei: "porra, domingão, será que nem nesse dia os pais têm saco de dar um pouco de atenção aos seus filhos? Será que estes pais já viram uma fralda cheia de merda pela frente?". Não me refiro às fraldinhas cagadas de recém-nascido, não; falo de Merda, com 'M' maiúsculo mesmo, aquela com milho, ervilha e pontos mais escuros, que faz o recinto ter o mesmo perfume de um IML sem luz há dois dias.
Sei não, mas acho que esse tipo de criança, criada a uma distância prudente dos pais, daqui a dezoito anos, é séria candidata a dar porrada em empregada doméstica e puta em ponto de ônibus.

Tosse é uma merda. Só quem tem, sabe.
E ela é pior quando você está com sono e, por causa da maldita, não consegue dormir. Se a gente, que é cascudo, fica estressado com o tosse-tosse feito cachorro velho, imagine uma criança de cinco anos.
Luís Cláudio está com um resfriado que trouxe no pacote uma tosse caprichada. Ainda bem que o lance das petéquias que eu citei anteriormente acabou, porque senão o coitado ia terminar a semana feito Ben Grimm, o Coisa.
Bendito seja quem inventou o "puta que o pariu".
Tem coisas na vida que, de tão boas, só mesmo recorrendo ao "puta que o pariu" para chegarmos razoavelmente próximo do que sentimos.
Na boa, puta que o pariu, isso é bom demais.