25 de jan. de 2008

We Are Family



Estes, vocês sabem, são meus filhos. A beleza da Maria Eduarda não pode ser apreciada porque ela está disfarçada de Venom (nome pelo qual ela atende - e a somente este - quando está de máscara). (*)


João Pedro dorme. Ele o tem feito cada vez menos durante o dia, o que é bom para uma boa noite de sono (de todos nós).


Faltou a Sandra neste post. Ela completa essa turma, sem a qual eu não vivo e por quem eu mastigo vidro, se preciso for.


Eles já sabem disso, mas não me canso de repetir: amo loucamente essa galera. Incondicionalmente. E é em função deles que minha vida tem um rumo. Não que isso seja uma qualidade a ser incensada, pois acredito ser esta obrigação de todo pai de família. Enfatizo, não como afirmação das minhas virtudes; mas, sim, por orgulho deste sentimento.


É só disso que eu preciso: saúde, a casa cheia, um sorriso da minha mulher, um sorriso das crianças. O resto nós tiramos de letra. Juntos.


(*) Orgulho Nerd: Venom é quando ela está com a máscara preta. Com a vermelha, é Homem-Aranha mesmo. E quando é a vez do LC usar, ela passa a ser Harry, numa referência ao Harry Osborn. Ah, e eles sabem que o Sandman chama-se Flint Marko.

10 de jan. de 2008

Intermezzo

Uma gripe avassaladora vai deixar este blog sem atualização por alguns dias.


Voltaremos em breve

8 de jan. de 2008

Tigre Dentes-de-Sabre

Sabe aquela piscina fotografada em posts anteriores? Aquela, em que meus filhos, alegremente, divertiam-se, enquanto aliviavam o calor sufocante da cidade?


Pois bem, ela não existe mais.


Enquanto o gato achar que qualquer coisa nova em nossa mobília regular doméstica é um potencial inimigo, não poderemos ter nada diferente em casa.

6 de jan. de 2008

Amor em Estado Bruto

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Elrohir e Arwen

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Parque Chico Mendes - II




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Galerinha foi novamente ao Parque Chico Mendes, e desta vez eu levei a máquina. Sandra e JP ficaram em casa (e no fim, acabou sendo uma boa idéia, pois saímos de lá no princípio da chuva que - graças a Deus - cai na cidade).


Tá difícil fazer o Luís Cláudio não forçar esse sorriso de Chapeleiro Louco quando eu aviso que vou tirar fotos...

Parque Chico Mendes - I




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João Pedro e seu pai


Afinal, pai é quem cria...

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1 de jan. de 2008

2008



"Passagem de Ano"
(Carlos Drummond de Andrade)

O último dia do ano
Não é o último dia do tempo.
Outros dias virão
E novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida.
Beijarás bocas, rasgarás papéis, farás viagens e tantas celebrações de aniversário, formatura, promoção, glória, doce morte com sinfonia e coral,
que o tempo ficará repleto e não ouvirás o clamor,
os irreparáveis uivos do lobo, na solidão.

O último dia do tempo
não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida
onde se sentam dois homens.
Um homem e seu contrário,
uma mulher e seu pé,
um corpo e sua memória
um olho e seu brilho,
uma voz e seu eco,
e quem sabe até se Deus...

Recebe com simplicidade este presente do acaso.
Mereceste viver mais um ano.
Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos séculos.
Teu pai morreu, teu avô também.
Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras espreitam a morte,
mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo,
e de copo na mão
esperas amanhecer.


O recurso de se embriagar.
O recurso da dança e do grito,
o recurso da bola colorida, o recurso de Kant e da poesia,
todos eles... e nenhum resolve.

Surge a manhã de um novo ano.

As coisas estão limpas, ordenadas.
O corpo gasto renova-se em espuma.
Todos os sentidos alerta funcionam.
A boca está comendo vida.
A boca está entupida de vida.
a vida escorre da boca,
lambuza as mãos, a calçada.
A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.

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Cagando para os fogos

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Reveillon em Família


Eu e o oxigênio



A família amarela


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